De acordo com dados disponibilizados pelo Instituto da Mobilidades Terrestre (IMT) à agência Lusa, ainda faltam sensivelmente 500.000 matrículas para a passagem à série de novas matrículas.

A passagem à série de novas matrículas, constituída por dois grupos de letras e outro central de dois algarismos, está prevista para o final de 2019, dado que ainda faltam 500.000 mil para terminar o modelo atual.

De acordo com dados disponibilizados pelo Instituto da Mobilidades Terrestre (IMT) à agência Lusa, ainda faltam sensivelmente 500.000 matriculas, para a passagem à nova série, que está prevista para o final do próximo ano.

A nova série passará a ser constituída por dois grupos de duas letras e um grupo central de dois algarismos, mantendo-se a separação entre si por traços: AA-01-AA.

Segundo o IMT, a nova série permite atribuir cerca de 28 milhões de matrículas.

O Instituto adianta também que no futuro vão passar a ser utilizadas as letras Y,K e W (que até agora não eram utilizadas), na sequência do Acordo Ortográfico.

Atualmente, o número de matrícula dos automóveis, motociclos, triciclos, quadriciclos e ciclomotores é constituído por dois grupos de dois algarismos e um grupo de duas letras, separados entre si por traços.

A primeira matrícula foi registada a 01 de janeiro de 1937 e até 29 de fevereiro de 1992 foi usado o modelo “AA-00-00”. A partir de 01 de março de 1992 foi usado o modelo “00-00-AA”.

Depois desse, começou a utilizar-se a série “00-AA-00”, que permanece até esta quarta-feira.

O IMT destaca ainda que o novo número de matrículas tem efeito unicamente para viaturas novas.

A atribuição de matrículas é da responsabilidade do IMT, não sendo necessária qualquer ação por parte dos proprietários dos veículos.

 

Fonte: Observador